Thursday, December 30, 2010

Hotel Musical

O conceito é muito interessante. Saiu uma matéria no Jetsetta essa semana sobre o hotel Nhow Berlin, um dos primeiros da cidade, agora que foi reinaugurado como um hotel que vai atrair muitos músicos. No serviço de quarto estão inclusos estudio para gravação e violões. A arquitetura surreal, com cores vibrantes e muitas alusões sensoriais é o maior destaque.

Em seguida, algumas fotos. Vejam do que estou falando!

http://www.nhow-hotels.com/berlin/en/gallery/hotel















mas quero ver quem aguenta ficar mais de uma semana num hotel desses.

Wednesday, December 29, 2010

Resoluções de Ano Novo

Sim, depois do balanço geral do mês passado e sem conseguir aumentar aquela lista, achei que deveria adiantar as resoluções em alguns dias, mesmo porque hoje é o aniversário da minha mãe, amanhã saio pra ver uma amiga e dia 31 é aquela zona em casa, não terei tempo de sentar aqui e fazer essa listinha.

Primeiro, achei interessante e motivador descrever no blog passo a passo o que estou fazendo para cumprir a lista. Algumas coisas eu acabo esquecendo no meio do ano, outras perdem a razão de terem sido incluídas, então, além de tudo é bom manter a flexibilidade.

Então vamos nessa.

Metas Profissionais:

- Curso de 3D Max (já me matriculei, começa dia 8/1)
- Curso de maquete eletrônica (preciso fazer o 3D Max primeiro)
- Pegar pelo menos um freela de maquete eletrônica.
- Terminar minha pesquisa cientifica.
- Desenvolver uma nova pesquisa com um dos temas possíveis para adiantar meu TCC: Recursos Sustentáveis para Hospitais ou Estudo Sobre a Propaganda do Projeto: O Recurso da Maquete Eletrônica.
- Terminar o curso de francês.
- Manter o emprego.

Hobbies e Saúde

- Terminar meu livro e publicar em um blog.
- Continuar a academia, mas me esforçar mais para melhorar ainda mais os resultados (com fotos mês a mês).
- Me livrar dessa bunda enorme de algum jeito! Seja drenagem, seja exercício, seja qualquer coisa!
- Fazer um Check Up total no médico.
- Ler dez livros para faculdade e trabalho.
- Ler 2 livros em francês.
- Ler 3 livros em italiano.
- Visitar Macchu Pichu pelo caminho Inca.
- Me levar para jantar em um lugar chique. Só eu e a boa comida.

Social

- Me esforçar para sair com meus amigos, por mais que esteja morrendo de sono ou cansada, nem que seja pra almoçar.
- Conversar com um estranho sem ficar paranóica pensando que ele/ela vai roubar minha carteira.
- Visitar o museu da lingua portuguesa.
- Visitar o templo Zu Lai
- E o resto? Conhecer pessoas, etc etc? Como não posso obrigar ninguém a conversar comigo ou a passar tempo comigo, o ideal seria apenas facilitar o diálogo e tentar deixar a maré levar. Não fugir das pessoas (essa é a atividade sugerida pela psicóloga).


Parece muita coisa, mas são coisas até que rápidas de serem feitas. Bom, agora vou postando conforme for fazendo ou tentando fazer cada uma delas.

Monday, December 13, 2010

Minha Vida De Acordo com Woody Allen

Usando nomes de filmes de apenas um diretor de cinema, responda as perguntas. Passe para algumas pessoas. Você não pode usar o diretor que eu usei. Tente não repetir um o título do filme! Se quiser, republique como "minha vida de acordo ...com (nome do diretor/ cineasta) Siga estas simples instruções: Vá em "notas" com abas em sua página de perfil, cole as instruções no corpo da nota, escreva o seu título como "Minha vida de acordo com (nome do diretor), apagar as minhas respostas e introduzir as suas respostas, tag 15 pessoas, incluindo eu (marcação é feita no canto direito da APP), em seguida, clique em Publicar.









1.Você é um homem ou mulher?

A outra

2. Descreva-se:

Poderosa Afrodite

3. Como você se sente?

Dirigindo no escuro

4.Descreva o local onde você vive atualmente:

Manhattan

5.Se você pudesse ir a qualquer lugar, aonde você iria?

Cassino Royale

6.Sua atividade profissional?

Um assaltante bem trapalhão

7. O que você não suporta?

Trapaceiros

8. Você e seus amigos. Como são?

Igual a tudo na vida

9. Qual é o clima?

Poucas e boas

10. Época do ano?

Todos dizem eu te amo

11.Se sua vida fosse um programa de TV, como seria chamado?

A era do rádio

12.O que é a vida para você?

Cenas de um shopping

13.Seu relacionamento:

Tudo Pode Dar Certo

14, Seu medo:

Bananas

15. Qual é o melhor conselho que você tem a dar?

Tudo o que você sempre quis saber sobre sexo mas tinha medo de perguntar

16. Pensamento do Dia:

O dorminhoco

Thursday, December 02, 2010

Karl Lagerfeld tem bom gosto!



Brad Kroening como Zeus

Veja o calendário completo da Pirelli no site: http://www.pirellical.com/thecal/home.page

(em inglês e italiano)

Wednesday, December 01, 2010

Um Pouquinho de Antropologia Contemporânea

Esse texto foi publicado originalmente no Herald Tribune.

01/12/2010
Romance na era das fêmeas-alfa

Katrin Bennhold
Em Paris (França)

Cynthia Nixon, a Miranda, em cena de ''Sex and the City 2'' é uma das mulheres da ficção que teve que mentira sobre seu sucesso; na realidade muitas mulheres modernas enfrentam o problema

Lembra-se de “Sex and the City”, quando Miranda participa daquele encontro de solteiros? Ela perde seus oito minutos de apresentação a três desconhecidos dizendo que é advogada de uma grande corporação. Na quarta, ela diz que é garçonete e então é convidada para sair por um médico.

O que torna o episódio tocante não é apenas que Miranda mentiu sobre seu sucesso, mas que seu parceiro também: ele trabalhava em uma sapataria.

Será que o fato de as mulheres estarem mais poderosas está arruinando a possibilidade de romance?

A atração sexual no século 21, ao que parece, ainda se alimenta de estereótipos do século 20. Agora, na medida em que mais mulheres se equiparam ou superam os homens em formação e no mercado de trabalho, elas também estão modificando completamente os papéis dos sexos, com algumas consequências profundas para a dinâmica do relacionamento.

Há um exército crescente de mulheres com mais de 30 anos e bem sucedidas que têm dificuldades em encontrar parceiros, imortalizadas pelo “Sex and the City” e pelos romances de Bridget Jones. Há mulheres-alfa que ficam com homens-alfa, mas depois, quando chegam os filhos, decidem colocar a carreira em segundo plano. Mas há um terceiro grupo: um número pequeno, porém crescente, de mulheres que ganham mais que seus parceiros, gerando um tipo de contorcionismo comportamental para manter as aparências dos papeis tradicionais dos sexos intactas.

Anne-Laure Kiechel trabalha em um banco de investimentos em Paris e ganha cinco vezes mais que seu namorado, consultor de comunicações. Ela cuida das finanças do casal e paga todas as contas invisíveis, como férias. Em público, contudo, ele que insiste em tirar o cartão de crédito para não parecer um gigolô, segundo ele.

“Me faz rir”, disse Kiechel. “Mas se agrada a ele, tudo bem”. (Há pouco tempo, ele pediu a ela que reservasse os hotéis no nome dele, porque não gosta de ser chamado de Sr. Kiechel, ao chegar. De agora em diante, as reservas serão feitas nos nomes dos dois, disse ela).

Timothy Eustis era professor em Nova York e hoje é um pai orgulhoso que fica em casa e ocasionalmente presta consultorias de vinho. Ele se mudou para a França com a mulher, Sarah, quando ela recebeu uma oferta de um cargo importante na administração da marca de lingerie francesa Etam. Nenhum dos dois se incomoda com o fato de ela ganhar o sustento da família e de seu salário alimentar a conta conjunta. Mas os dois gostam do que ele chama de “essas pequenas tradições” para manter a chama do romance acesa.

“Faço um esforço para segurar a porta, quase sempre dirijo o carro e quando é hora de pagar a conta, eu pago a conta”, disse ele. “Sarah provavelmente me deixa fazer essas coisas intencionalmente, porque ela acha que beneficia a relação”.

Alguns homens têm questões mais fundamentais. Uma gerente italiana de 38 anos reclamou que seu namorado sugerira que mudasse de emprego porque, quando passou a ganhar mais do que ele, ele se sentiu incapaz de “seduzi-la”. Uma consultora de administração francesa disse que o marido, professor, parou de ir às festas com ela porque se sentia inadequado toda vez que alguém perguntava a ele o que ele fazia. Uma banqueira alemã disse que uma razão para seu ex-marido deixá-la pela fisioterapeuta tinha sido “por que ela teria mais tempo para ele”.

“É impressionante como mesmo homens liberais terminam tendo dificuldades sexuais e emocionais quando estão com mulheres com sucesso mais evidente”, disse Sacha Havlicek, 35, diretora executiva de um grupo de pesquisa em Londres. Uma amiga dela muito bem sucedida passou a se fazer de frágil com seu parceiro para promover seu sentido de masculinidade. “O ego masculino pode ser uma coisa mais frágil do que o feminino, que está acostumado a maus tratos regulares e assim desenvolveu um senso de humor!”

Anek Domscheit-Berg, da Microsoft da Alemanha, que viu vários paqueras fugindo após lerem a palavra “diretora” (de comunicações) escrita em seu cartão profissional, explicou assim: “O sucesso não é sexy”.

Os sites de relacionamento parecem sugerir que mulheres com alto grau de educação talvez tenham mais dificuldade em encontrar um parceiro do que as que têm empregos tradicionalmente femininos. “Assistentes sociais, enfermeiras e outras profissões com funções de atendimento funcionam bem; os perfis com alto grau de formação são mais difíceis”, disse Gesine Haag, 43, que dirigiu o match.com na Alemanha. Na empresa, havia um portal de namoro de elite, que procurava pares para homens e mulheres de alta formação e que foi abandonado, disse Haag, que agora dirige sua própria agência de marketing na Internet.

“Os homens não querem mulheres bem sucedidas, eles querem ser admirados”, disse ela. “É importante para eles que a mulher esteja cheia de energia à noite e não brincando com seu BlackBerry na cama.”

Bernard Prieur, psicanalista e autor de “Money in Couples” (dinheiro entre casais), diz que os homens que ganham menos que suas parceiras sofrem de duas inseguranças: “Se sentem socialmente e pessoalmente vulneráveis. Socialmente, vão contra milênios de crenças e estereótipos que os vêem como os provedores. E o sucesso da parceira também dá a eles uma sensação de fracasso pessoal”, disse Prieur, na edição de novembro da revista Marie-Claire francesa.

Então as mulheres ambiciosas estão condenadas a ficarem solteiras? Ou as coisas estão mudando com o crescimento do número de sucessos femininos?

Kiechel em Paris diz que seu namorado busca estimulá-la em sua carreira e se vangloria para os amigos de como ela é inteligente e trabalhadora. Haag e Domscheit-Berg ganham mais que seus maridos e dizem que seus homens de fato gostam de ver a reação do garçom quando dizem que suas esposas vão pagar a conta.

Domscheit-Berg, que também é ativa na Rede Internacional de Desenvolvimento da Mulher Gestora Europeia tem três conselhos para mulheres bem pagas: deixar o carro chique da companhia em casa no primeiro encontro; encontrar o marido enquanto ainda está com 20 anos, em vez de 30 e ser bem sucedida demais. E procurar homens que extraiam sua auto-confiança de fontes diferentes de dinheiro, como em conquistas acadêmicas ou artísticas.

“Quanto mais diferente for a atividade deles, melhor”, disse Domscheit-Berg, “porque torna a comparação imediata mais difícil”.

De fato, no “Sex and the City”, Miranda, a advogada, eventualmente encontra felicidade com Steve, garçom que vira pai e não se incomoda nada com seu sucesso.

Tradução: Deborah Weinberg